A pedido de Kalil, Cruzeiro 6x1 Atlético-MG vai parar no ministério público.


Presidente não se conforma com goleada histórica para o arquirrival.

Quase uma semana e o clássico ainda rende em Belo Horizonte. O presidente do Atlético-MG Alexandre Kalil quer logo que o assunto "jogo entregado" acabe logo e tomou uma decisão sobre o comportamento do time na goleada para o Cruzeiro por 6x1 e pediu a investigação do ministério público.


“O Ministério Público, em vez de ficar proibindo tambor e bandeira, que tome atitude, que investigue a venda do jogo, que vá fundo, que quebre sigilo telefônico de presidente de clube, de presidente de banco, de jogador, de treinador, do diabo a quatro, e descubra o que aconteceu. O Atlético está aberto”, disse Kalil, em entrevista à rádio Itatiaia. “Absolutamente (não acredita que houve compra do jogo) não, mas tem que investigar, porque é uma coisa que não para na rede social.”


Depois do jogo e a incrível goleada por 6x1, o assunto de armação de jogo toma conta dos papos esportivos em Minas Gerais, para o Cruzeiro se salvar do rebaixamento.


Para Kalil, se o Ministério Público confirmar qualquer tipo de venda de resultado, a punição é uma só: “Quem fez isso tem de ira para a cadeia, tem que mudar para outro planeta, porque, onde ele estiver, o atleticano vai querer pegar ele.”


O presidente não aceita ser responsabilizado pela torcida, pelo vexame de domingo:  “Honestamente, eu estou há três anos aqui assumindo tudo. Assumo qualquer derrota. Essa goleada, infelizmente, o presidente não vai pôr nas costas hora nenhuma”, disse kalil, que tratava a partida sobre o Cruzeiro como o “jogo da vida”. Se o Galo tivesse vencido, o arquirrival teria caído para a Segunda Divisão.


Por: Jason Dos Reis
Twitter: @JaSoN_ReI

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