Eis aqui um torcedor muito
revoltado, indignado e um tanto quanto acostumado. Revoltado e indignado com
uma série de fatores que são impossíveis de não serem mencionados; acostumado
com o zoológico que são as arbitragens do campeonato carioca.
Por mais que seja uma vitória
limpa por parte dos vascaínos, as cenas tortuosas e impiedosas de ontem que não
saem de nossas cabeças – isso inclui, sobretudo, os pseudo-zagueiros que formam
a zaga tricolor. Estes que são isentos do poder de marcação, onde que, assim
fez, originaram-se dois gols do adversário.
Primeiro tempo inquestionável. O
meio campo soube trabalhar a bola, toques rápidos e preciosos; Fred saindo da
área fazendo papel de pivô pela ala-direita, como sempre. Ou seja, tudo parecia
denotar um bom jogo por parte do tricolor. Tanto que com todos esses feitos
abrimos o placar. Não foi à toa que o Fluminense dominou os primeiros quarenta
e cinco minutos.
As artimanhas do técnico Abel
Braga deram margem ao caos tricolor. Como de costume teve a infeliz idéia de
substituir o até então incansável Deco. Simplesmente resolveu quebrar a bússola
tricolor no meio campo onde sabia, com lucidez, distribuir passes-gol aos seus
integrantes. O injustiçado camisa vinte ficara indignado – e com razão – por
tamanha burrice do técnico. Daí em diante foi sofrível para ambos: torcedores e
amantes de futebol.
Para os mais sensatos e
inteligentes, Antonio Schneider foi o grande estopim da virada triunfal do
Vasco. Graças à sua veemente incompetência fomos covardemente expostos a tal
desaforo e repugnância. Uma incompetência quase que palpável.
8 amarelos, 2 vermelhos... Isso é que
é o cenário da arbitragem carioca, amigo tricolor.
É uma grande ferida que está custando
a cicatrizar...
Saudações Tricolores!


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