GRANDES MOMENTOS DO FUTEBOL: Parabéns ao Clube Atlético Paranaense pelo seus 88 anos de Glórias.


Hoje o GRANDE MOMENTO DO FUTEBOL irá homenagear o CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE, o FURACÃO DE CURITIBA, que hoje completa 88 anos de história e glória no futebol.


Fundado em 1924 após uma fusão entre o Internacional Futebol Clube e o América Futebol Clube, o Atlético-PR é conhecido como Furacão, foi o Campeão Brasileiro de 2001 e vice-campeão da Copa Libertadores da América de 2005, além de possuir uma Seletiva da Taça Libertadores da América de 1999. O Furacão foi o primeiro time do futebol paranaense a participar de uma competição internacional. No Campeonato Brasileiro de Futebol de 2010, foi o único representante paranaense na Série A, conseguindo terminar na 5ª colocação.


Em um levantamento divulgado pela IFFHS (Fundação Internacional de História e Estatística do Futebol, entidade que divulga mensalmente o ranking mundial de clubes reconhecido pela FIFA) em 30 de novembro de 2010, o Atlético Paranaense foi elencado como o 9º maior clube de futebol do Brasil no Século XXI e o 74º do mundo, ficando à frente de clubes como Manchester City,Arsenal, Athletic Bilbao, da Espanha,Juventus da Itália,e de brasileiros como Vasco da Gama, Atlético Mineiro e Botafogo. Em novo levantamento pela mesma entidade (de dezembro de 2011), o clube se mantem entre os maiores do país e caindo algumas posições no ranking mundial: 11° clube do país, a frente de Atlético-MG,Vasco da Gama,Atlético-GO,Avaí e Coritiba , e 79° do mundo.

O primeiro jogo da história do Atlético-PR aconteceu no dia 06/04/1924 contra o Universal Futebol Clube, o furacão venceu a partida por 4x2, mas era um jogo amistoso. O Atlético jogou com Tapyr, Marrecão e Ferrário; Franico, Lourival e Malello; Smythe, Ari, Marreco, Maneco e Motta.

Os gols foram marcados por Marreco, Ari (2) e Malello. O árbitro foi José Falcine, atleta do Savoia, que mais tarde jogou no rubro-negro.

Um ano depois de sua fundação o furacão de Curitiba conquistava o seu primeiro título, o de campeão paranaense de futebol. Em 1925 o Atlético-PR montou uma equipe muito forte com ajudas de forças extra campo. Com isso o Atlético-PR pôde fazer frente aos mais temíveis esquadrões existentes como o Britânia, o Savoia, o Palestra Itália e o Coritiba. Realizando uma campanha brilhante estava ali, nascendo um dos maiores clubes do Brasil.

SURGIA O FURACÃO

Atlético-PR e Ferroviário duelaram frente a frente na década de 40, no campeonato estadual daquele ano, as duas equipes levaram os turnos. O Ferroviário ficara campeão no primeiro e o Atlético-PR no segundo. Para decidir que era o campeão, foi disputado uma "melhor de três". 

Em virtude de uma confusão acontecida no último jogo do returno, estava empatado o clássico em 2x2, quando o Ferroviário fez um gol, prontamente anulado pelo árbitro em razão de um impedimento. O antigo Britânia não se conformou e abandonou o campo aos 35 minutos do 2º tempo. O Tribunal de Justiça da Federação Paranaense de Futebol, julgando o caso, deu vitória ao Atlético 3x2, pois o Ferroviário se negara a continuar jogando. Este motivo anulou a "melhor de três". O clube ficou 180 dias suspenso e o Atlético Paranaense foi considerado campeão paranaense de 1940. 

Em 1949, o Atlético Paranaense foi um "Furacão" que passou pelos campos do Paraná. Com a manchete de primeira página no extinto jornal Desportos Ilustrados do dia 20 de maio de 1949anunciando a goleada do Atlético em cima do Britânia S.C. (no domingo, dia 19 de maio) em letras garrafais:O “Furacão” Levou o “Tigre” de Roldão, nasceu o apelido do rubro-negro paranaense. Não só o time de "49", como os demais times formados pelo clube, receberam o carinhoso apelido de Furacão e assim sendo, o termo furacão foi inserido no hino atleticano, não só para idolatrar o esquadrão de 1949, que arrasou todos os adversários com placares acima de quatro gols, mas também para representar a força que o clube tem junto a sua torcida e o receio e o respeito que seus adversários devem ter nos confrontos dentro das quatro linhas.

Em 1997, o antigo estádio Joaquim Américo foi derrubado para a construção do novo estádio. Em 2004 foi firmada uma parceria com a empresa fabricante de aparelhos celulares japonesa Kyocera, renomeando o estádio para Kyocera Arena. Em 2005, após 10 anos de contenda judicial, o Atlético-PR firmou acordo assumindo definitivamente o direito de uso do terreno vizinho. 

2001 O ANO QUE NINGUÉM ESQUECE

2001 para o Atlético-PR foi fantástico, o clube tem em seu histórico, o posto de primeiro clube paranaense a participar de uma competição nacional. E sendo assim o clube tinha que ter também um título á altura.

E ele veio! O furacão foi o grande campeão do Campeonato Brasileiro da Série A, disputando título com o surpreendente São Caetano-SP em dois jogos. No primeiro em Curitiba, o Atlético-PR venceu por 4x2. No segundo, em São Caetano do Sul, nova vitória do rubro-negro, só que por 1x0. O atacante Alex Mineiro, foi o grande nome dos jogos decisivos.

Recentemente, um episódio inusitado entrou para a história do futebol nacional. Classificado, à final da Libertadores de 2005, o clube não pôde fazer o 1º jogo da decisão em seu estádio, que mesmo sendo considerado na época como o mais moderno da América Latina, não possui a capacidade mínima de 40 mil lugares exigida pelo regulamento, problema este que será suprido após a finalização da Arena da Baixada. Mesmo assim, a diretoria do Clube Atlético Paranaense investiu em regime de urgência um milhão de reais na construção de arquibancadas móveis para dar capacidade ao estádio para mais de 42 mil pessoas. Estas mesmas arquibancadas já haviam sido utilizadas no mesmo campeonato na fase anterior, em jogos realizados na América do Sul, sob o aval da CONMEBOL. Mesmo com a autorização oficial de uso das arquibancadas após vistoria do Corpo de Bombeiros e o órgão oficial de engenharia responsável pela vistoria entregues à CONMEBOL em tempo pelo Clube, a CONMEBOL transferiu o jogo à revelia para uma cidade distante de Curitiba, ao invés de indicar estádios no interior do Paraná, como Londrina ou Cascavel, que tinham estádios com esta capacidade como, por exemplo, o Estádio Olímpico de Cascavel. Assim, o Atlético-PR precisou mandar a partida no Estádio Beira-Rio, pertencente ao Internacional, onde empatou por 1x1. Na segunda partida, no Estádio do Morumbi, o Atlético-PR lutou mas sucumbiu no minutos finais e acabou levando quatro gols no final do jogo pelo time do São Paulo, diante de mais de 70 mil torcedores, perdendo o título da Copa Libertadores da América.


O Atlético-PR participou de três Taças Libertadores da América, em 2000, 2002 e 2005, quando foi vice-campeão na controvertida final.

Na Copa Sul-americana de 2006, o Atlético-PR também fez uma boa campanha, passando pelo Paraná Clube, River Plate e Nacional do Uruguai, chegando à semifinal do torneio, onde foi eliminado pelo Pachuca.

Em 2008, o Atlético-PR quebrou o recorde de vitórias seguidas do "Furacão de 49", ganhou 12 partidas seguidas.

O MAIOR GOLEADOR DO FURACÃO

O maior artilheiro do Atlético em todos os tempos é o ex-jogador Sicupira, conhecido como "o craque da 8" o artilheiro chegou ao Atlético em 1968 e logo em seu primeiro jogo, no dia 2 de setembro contra o São Paulo, já deixou sua marca, um golaço de bicicleta. No Atlético permaneceu até 1976, com uma breve passagem, em 1972, pelo Corinthians Paulista. Em seus 8 anos de Baixada deixou eternizado 154 gols pelo Furacão. Sicupira é hoje cronista e mantém uma postura de imparcialidade em sua profissão. 

RIVALIDADE: Atlético-PR x Coritiba

O primeiro Atle-Tiba oficial considerado válido para as estatísticas se deu em 8 de junho de 1924, no Parque Graciosa, pelo Campeonato Paranaense, em que o Coritiba goleou o Atlético pelo placar de 6 a 3. De acordo com atleticanos, o primeiro confronto teria ocorrido anteriormente, em 20 de abril de 1924, logo após a fundação do Atlético, numa disputa de trinta minutos em que venceu o estreante por 2 a 0. A validade de tal exibição é contestada pois não se tratava de uma partida oficial com noventa minutos de duração.

Inicialmente, a rivalidade tinha base nas origens destes clubes, com cada um deles representando uma camada social, sendo o Coritiba marcadamente o clube dos alemães e o Atlético da aristocracia curitibana.

Com o passar dos anos, a rivalidade foi aumentando, fruto dos inúmeros jogos decisivos que disputaram estes dois rivais, os tornando as maiores torcidas do Paraná.

A primeira vez que o clássico Atle-Tiba decidiu o Campeonato Paranaense de Futebol foi em 1941, com vitória do Coritiba por 1 a 0. Em 1943, o Atlético deu o troco, com duas vitórias por 3 a 2 nos jogos que lhe deram o bicampeonato paranense em 1942/1943 e em 1945 nova vitória atleticana: 2 a 1.

Em 1968, um gol de Paulo Vechio no último minuto deu o empate por 1 a 1 que garantiu ao Coritiba o título deste ano e começou a mudar a história deste clássico. Em 1969, o Coritiba foi bicampeão e o Atlético conquistou o Campeonato Paranaense em 1970.

No período áureo do Coritiba, as vitórias sobre o Atlético foram muitas, no entanto só ocorreram em finais de campeonato nos anos de 1972 e 1978. Curiosamente, tanto a decisão de 1972, quanto os três jogos finais de 1978 (em que ocorreram alguns dos maiores públicos da história deste clássico), tiveram como resultado o 0 a 0. Em 1978, o goleiro Manga garantiu o título para o Alviverde depois de agarrar dois pênaltis, mesmo tendo sofrido uma contusão antes das cobranças. Reza a célebre história que o goleiro do Coritiba enfaixou o joelho que não estava machucado, induzindo os batedores atleticanos a erro.

Outros dois empates, em 1983 (1 a 1) e em 1990 (2 a 2) deram o título para o Atlético, que conquistou mais dois campeonatos em 1998 e em 2000.

Em 2004 os clubes protagonizaram uma emocionante final. No primeiro jogo, vitória do Coritiba por 2 a 1 no Couto Pereira. No segundo jogo, uma brilhante alternância no placar fez com que o título trocasse de mãos 4 vezes durante o jogo, ficando definitivamente com o Coritiba após empate no final da partida. E, em 2005, foi a vez do Atlético conquistar o título ganhando no tempo regulamentar (1 a 0) e depois na decisão por pênaltis, quando venceu por 4 a 2, com um ex-jogador do Coritiba (Lima) fazendo o gol do título para os atleticanos. Após três anos, em 2008 um Atletiba novamente decide o campeonato paranaense, resultando no título para o Coritiba.

No balanço geral do clássico, vantagem para o Coritiba, que possui 133 vitórias, contra 108 do Atlético Paranaense e 105 empates. São 25 vitórias e 53 gols a mais para o Coritiba.

No domingo, dia 20 de fevereiro de 2011 em jogo pelo Campeonato Paranaense e no Alto da Glória, o atleta Nieto, jogador do Clube Atlético Paranaense, marcou o milésimo gol da história do clássico maior do Paraná (foi o 1° gol do rubro negro aos 46 minutos do primeiro tempo do jogo), porém, seu time foi derrotado por 4 x 2 para o Coritiba.

O Atletiba de n° 349, realizado no dia 22 de fevereiro de 2012 teve as seguintes particularidades. Foi o primeiro clássico realizado com a presença de apenas uma torcida, neste caso, como o mandante do jogo foi o rubro negro, apenas a sua torcida foi autorizada a acompanhar o confronto e com a realização de obras na Arena da Baixada, o Atlético realizou o seu mando de jogo no estádio Durival de Brito e Silva, sendo que neste estádio faziam 35 anos que não era realizado um atletiba, pois o último ocorreu no dia 23 de janeiro de 1977.


Estatística dos Atletibas
Número de jogos349
Vítórias do Coritiba133
Vitórias do Atlético109
Empates107
Número de gols1008
Gols marcados pelo Coritiba530
Gols marcados pelo Atlético478
  • Maior goleador do Coritiba: Neno (anos 1940 e 50) com 20 gols
  • Maior goleador do Atlético: Jackson e Marreco com 15 gols
  • Maior invencibilidade do Coritiba: 14 jogos entre 31 de Agosto de 1977 e 7 de Outubro de 1979
  • Maior invencibilidade do Atlético: 8 jogos entre 7 de Outubro de 1979 e 3 de Setembro de 1983


Maiores goleadas

  • Maior goleada do Coritiba: 6 a 0 em 14 de novembro de 1959.
  • Maior goleada do Atlético: 6 a 2 em 6 de Abril de 1938.


Atle-Tibas com mais gols

  • Coritiba 4 x 4 Atlético 1 de Setembro de 1929
  • Coritiba 7 x 4 Atlético 23 de Novembro de 1930
  • Coritiba 6 x 4 Atlético 7 de Agosto de 1932
  • Atlético 6 x 5 Coritiba 15 de Abril de 1951
  • Coritiba 6 x 2 Atlético 14 de Novembro de 1959
  • Atlético 4 x 3 Coritiba 14 de Março de 1971
  • Coritiba 5 X 1 Atlético 16 de Abril de 1995
  • Atlético 5 x 2 Coritiba 13 de Abril de 1997
  • Atlético 2 x 4 Coritiba 26 de Abril de 2009
  • Coritiba 4 x 2 Atlético 20 de Fevereiro de 2011


Maiores goleadores em um só confronto

  • Ninho, em 8 de junho de 1924, fez quatro gols para o Coritiba, que venceu por 6x3
  • Guará, em 15 de julho de 1946, fez quatro gols para o Atlético, que venceu por 4x2
  • Erádio, em 17 de março de 1954, fez quatro gols para o Atlético, que venceu por 4x3
  • Também fizeram três gols em um mesmo Atle-Tiba: Lóthar, Pizzattinho, Neno, Baby, Ivo, Renatinho, Marciano e Brandão (pelo Coritiba) e Marreco, Renato, Rui, Neno, Villalba e Walter (pelo Atlético)


Maiores públicos do Atle-Tiba

Maiores públicos
  1. Coritiba 0 x 0 Atlético - 52.164, em 17 de dezembro de 1978 no Couto Pereira
  2. Coritiba 3 x 0 Atlético - 52.000, em 1 de maio de 1990 no Couto Pereira
  3. Coritiba 0 x 0 Atlético - 47.307, em 13 de dezembro de 1978, no Couto Pereira
  4. Coritiba 0 x 0 Atlético - 46.217, em 10 de dezembro de 1978 no Couto Pereira
  5. Atlético 2 x 1 Coritiba - 44.475, em 11 de junho de 1998 no Estádio do Pinheirão
  6. Coritiba 1 x 1 Atlético - 42.410, em 18 de dezembro de 1983 no Couto Pereira
  7. Coritiba 2 x 1 Atlético - 40.876, em 1 de maio de 1989, no Couto Pereira
  8. Coritiba 1 x 1 Atlético - 40.536, em 16 de abril de 1972, no Couto Pereira
  9. Coritiba 1 x 1 Atlético - 39.800, em 11 de junho de 2000, no Couto Pereira
  10. Coritiba 1 x 1 Atlético - 37.782, em 31 de agosto de 1977, no Couto Pereira


Polêmicas

Em um dos Atle-Tibas de 1925, o atleta alviverde Ninho lança a bola na área e o arqueiro atleticano a segura, mas não evita o choque com os atacantes coritibanos Gy e Pandu, que o empurram para dentro do gol (prática válida naquela época, pois o goleiro podia sofrer carga sem que isto fosse considerado uma infração à regra). O gol foi validado, mas, quem seria seu autor? Optou-se por Ninho, último atleta do Coritiba a tocar na bola.

Até 1949, os jogadores não utilizavam número nas camisas e, para piorar, os jornais não tinham acesso às súmulas oficiais das partidas. Por isso, os autores dos gols citados nos diversos jornais em circulação nem sempre coincidiam, sendo necessária uma análise detalhada dos relatos sobre o jogo, para se chegar a uma conclusão.

Em 1946, um Atle-Tiba teve duração de apenas 8 minutos e, por isso, não é contabilizado por alguns pesquisadores. Como a partida valia pelo campeonato Paranaense, foi contabilizada.

Em 1948, o Coritiba venceu o clássico por 2x1, mas, na seqüência, o Atlético recorreu ao STJD, que anulou a partida. Para efeito de campeonato, essa partida não teve validade, mas, como a mesma aconteceu de fato, ela foi contabilizada.

Coritiba e Atlético se enfrentaram 17 vezes em torneios de exibição, em partidas com duração reduzida. Por serem não oficiais, elas foram desconsideradas (ver tópico "Partidas não computadas").

Era prática muito comum, até a década de 1960, a realização de partidas amistosas em que havia a disputa de uma taça. Por isso, considerou-se "Torneio" apenas aquelas disputas em que, além da dupla Atle-Tiba, havia pelo menos mais uma equipe envolvida.

Atle-Tibas disputados pela "Copa Sesquicentenário"e "Copa 100 anos" foram contabilizados pois, apesar das duas equipes utilizarem atletas resevas ou de categorias de base, poderiam ter usado seu elenco titular.

RIVALIDADE: Atlético-PR x Paraná

Paratico é o clássico do futebol paranaense entre o Paraná Clube e o Clube Atlético Paranaense. O confronto teve início nos Anos 90, época em que Paraná Clube era hegemônico no estado e o Atlético passava por um momento de reestruturação. Com o tempo, o clássico apenas se intensificou e hoje, é considerado um dos maiores clássicos do Sul do país.

O Atlético é o segundo adversário com mais jogos realizados contra o Paraná, incluindo-se as decisões estaduais de 1991, 1997 (vencidas pelo tricolor) e de 2001 e 2002 (vencidas pelo rubro-negro).

Estatísticas


Estatística Geral
Número de jogos80
Vítórias do Atlético27
Vitórias do Paraná21
Empates26
Número de gols196
Gols marcados pelo Atlético116
Gols marcados pelo Paraná80


Paratico

A maioria dos clássicos tem um nome, e não foi diferente entre Paraná Clube e Atlético Paranaense. Na época, sites estatísticos citavam o confronto como Paratlético e até hoje várias pessoas citam esse nome como 'slogan' do clássico. Outros nomes surgiram com o passar do tempo como o Derby das Rebouças e o Paratico.


O Derby das Rebouças

O Derby das Rebouças ganhou força quando o até então presidente do Paraná Clube em 2006, Professor Miranda em suas entrevistas, soltavam frases provocativas ao time do Atlético, chamando-os de time de dono, time do meio estádio e o mais famoso de todos, o time do fim da rua, pois ambos os clubes são da mesma rua, o Paraná Clube do início da Rua Engenheiros Rebouças e o Atlético no fim da mesma.

O presidente atleticano, Mário Celso Petraglia não deixava baixo as provocações e respondia no mesmo tom, citando o Paraná como o time do início da rua e outras. Assim então formou-se desde então um novo nome que ganhara força.


Clássico Internacional

Paraná e Atlético fizeram o primeiro clássico paranaense por uma competição internacional, pela Copa Sul-Americana de 2006, de onde o resultado por 1x0 na Arena da Baixada e outro vitória por 3x1 no Pinheirão tricolor fora eliminado pelo rubro-negro.

PARABÉNS FURACÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Por: Jason, Belo Horizonte
Agradecimentos: Wikipédia
Twitter: @_JasonGalo



0 Response to "GRANDES MOMENTOS DO FUTEBOL: Parabéns ao Clube Atlético Paranaense pelo seus 88 anos de Glórias."

Postar um comentário

Não serão permitidas palavras de baixo calão, xingamentos e palavrões. Sendo assim, os comentários passarão pelos administradores, antes de serem publicados.