Ação diz que Grêmio ergue a sua arena em antigo lixão


A matéria que foi colocada em 29/09/2011, falava de uma ação popular imposta na Justiça, onde nesta dizia que o terreno escolhido, nas proximidades de um rio, era um "pântano drenado" e fica em área de preservação permanente, na rota de migração de aves. Afirmava ainda que o solo é contra indicado para construções e que, se chover em excesso, haveria riscos.

Um dos autores da contestação é Henrique Wittler. O engenheiro afirma que ali ficava o único aterro sanitário da cidade até os anos 70.
"Cobrir o lixão [com a obra] fará com que o chorume vá para o rio. Não poderiam, sem um laudo especial, liberar a área", disse Wittler. O estádio, de 60 mil lugares, deve ser entregue em 2012.
A defesa do Grêmio nega irregularidades e diz que a distância da arena até a margem do rio é superior ao mínimo estabelecido por lei.
Os engenheiros da obra afirmam que a chance de haver lixo no terreno levou a testes de solo, que não apontaram indícios de dejetos.
A prefeitura diz que a obra do Grêmio não se localiza em área de preservação e que estudo ambiental não achou um aterro sanitário no local.

Depois desta, já se passaram oito meses, e a Arena do Grêmio, esta quase pronta para ser entregue em definitivo para seus torcedores, as obras bastante adiantadas e em ritmo acelerado, prevê a entrega do estádio, no máximo até Novembro deste ano.

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