- Após um ano e seis meses na CBF, já havia percebido que o trabalho que comecei a fazer tinha sido bem estruturado. Foi a terceira tentativa do São Paulo e, dessa vez, de maneira bem mais contundente. Não podia deixar passar. Logo depois que o Leão saiu, falei com telefone com o Adalberto (Baptista, diretor de futebol), enquanto que o Juvenal falou com o presidente Marin para que pudesse me desligar sem problemas – afirmou o treinador, em entrevista à rádio Bandeirantes.
Ney Franco quando ainda era da Seleção foi consultado sobre reforços para o São Paulo mesmo com Emerson Leão no cargo.
- Há tempos, quando conversamos, eles perguntaram o que eu achava do Rafael Toloi, zagueiro que foi contratado. Tive o cuidado de ligar para o Enderson Moreira para conversar e não tenho dúvida de que ele vai dar um retorno técnico muito bom. É um jogador interessante – ressaltou.
Durante os oito meses de trabalho de Leão, a diretoria interferiu algumas vezes como no afastamento de Paulo Miranda após a eliminação tricolor do Campeonato Paulista deste ano.
- Estou indo para exercer minha função de treinador. É preciso ter diálogo com todas as áreas, mas a decisão final será sempre minha. Isso não me preocupa e tenho certeza de que meu trabalho será bem desenvolvido. Costumo fazer trabalhos longos na minha carreira e sempre me relacionei bem com dirigentes. Não tem como ser diferente no São Paulo – disse.
O ex-técnico da Seleção Brasileira acredita que irá fazer um bom trabalho mesmo em uma equipe muito pressionada e que não ganha um título desde 2008, o São Paulo.
- Em termos de cobrança, posso dizer que estou bem preparado. Chego com a expectativa de fazer um bom trabalho, ganhar títulos e revelar outros grandes jogadores para o clube – finalizou.
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