
Diz a lenda do Derby Paulista: quem está em pior fase vence. E não deu outra. A história voltou a se repetir na casa alugada do ‘bando de loucos’, no Pacaembu (34.010 pagantes e renda de R$ 1.139.287,50).
Pela atual disparidade técnica e financeira entre corintianos e palmeirenses, o 2 a 2 teve sabor de vitória para os periquitos em revista.
Tudo bem que o time não conseguiu se livrar da maldição do domingo (15 jogos sem vencer) e do jejum diante do coirmão em Paulistinhas (seis partidas sem ganhar), mas deixou a torcida bem mais confiante.
Com muita pegada nas divididas e esbanjando dedicação, o time de segunda encarou numa boa o campeão do mundo.
Depois de tomar duas bolas na trave e um gol, o Palmeiras soube aproveitar a sonolência dos corintianos e virou o jogo, com apoio do gigante Cássio, em tarde de caçador de borboleta.
Sentindo a barra pesar, Tite abdicou da discutível tese de que os campeões têm preferência e tratou de mexer na equipe.
O ‘professor’ colocou Romarinho, Renato Augusto e Pato. O time ganhou mais velocidade, além de boa dose de vontade, embora continuasse a mostrar falhas no setor defensivo e um Paulinho irreconhecível.
Para azar dos palmeirenses, o carrasco Romarinho resolveu, mais uma vez, a parada e evitou o fracasso do Corinthians. Mas não a alegria dos palestrinos com o empate. Desta vez, o macarrão da mama não azedou.
@fonte: JOSE ROBERTO MALIA
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