Autor do gol da vitória suíça sobre o Equador, Haris Seferovic já tinha seu nome gravado na história do futebol de seu país. Foi ele quem fez em 2009 o gol do título mundial sub-17, o único da vitória por 1 a 0 sobre a Nigéria na final. De cabeça, aproveitando escanteio cobrado da esquerda.
Seferovic foi também um dos artilheiros do torneio, com cinco gols. Ao lado dele, estavam outros dois jogadores que participaram do jogo deste domingo: o lateral-esquerdo Ricardo Rodríguez, autor das duas assistências para gol e apontado como um dos melhores da posição na Bundesliga já há duas temporadas, e o meio-campista Granit Xhaka.
Na campanha, além da Nigéria, a suíça eliminou gigantes do futebol mundial como o Brasil, que contava com Philippe Coutinho, Neymar e Wellington Nem (venceu por 1 a 0 na primeira fase), a Alemanha de Mario Götze nas oitavas de final, a Itália nas quartas e a Colômbia nas semifinais.
Juntam-se a eles jogadores que foram vice-campeões europeus sub-21 em 2011, como Xherdan Shaqiri, do Bayern Munique, e Admir Mehmedi. Remanescentes de outras gerações, como Tranquillo Barnetta, Philippe Senderos e Diego Benaglio, compõem a mescla ideal para que esses garotos possam atuar com a maior tranquilidade possível. E ajudar a Suíça a surpreender.
Seferovic foi também um dos artilheiros do torneio, com cinco gols. Ao lado dele, estavam outros dois jogadores que participaram do jogo deste domingo: o lateral-esquerdo Ricardo Rodríguez, autor das duas assistências para gol e apontado como um dos melhores da posição na Bundesliga já há duas temporadas, e o meio-campista Granit Xhaka.
Na campanha, além da Nigéria, a suíça eliminou gigantes do futebol mundial como o Brasil, que contava com Philippe Coutinho, Neymar e Wellington Nem (venceu por 1 a 0 na primeira fase), a Alemanha de Mario Götze nas oitavas de final, a Itália nas quartas e a Colômbia nas semifinais.
Juntam-se a eles jogadores que foram vice-campeões europeus sub-21 em 2011, como Xherdan Shaqiri, do Bayern Munique, e Admir Mehmedi. Remanescentes de outras gerações, como Tranquillo Barnetta, Philippe Senderos e Diego Benaglio, compõem a mescla ideal para que esses garotos possam atuar com a maior tranquilidade possível. E ajudar a Suíça a surpreender.

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