
Para a torcida mexicana, que compareceu em grande número à Arena das Dunas na última sexta-feira para ver a vitória do seu time por 1 a 0 sobre Camarões na estreia das duas equipes no grupo A da Copa do Mundo, a ausência do astro Javier "Chicharito" Hernandez foi sentida logo nos primeiros minutos de jogo, quando o ataque mexicano não conseguia transformar em gols as chances criadas durante o jogo. Mas, aos poucos, as belas atuações do meia Giovani dos Santos e do atacante Peralta foram transformando o coro dos dezenas de milhares fãs que deram um show durante toda a partida em aplausos. Escolhido o melhor jogador da partida, e ainda tendo dois gols anulados pelo árbitro de forma polêmica, Giovani garantiu que nada tiraria o seu foco do jogo.
- Acontecesse o que fosse, jamais perderíamos o foco no jogo. Controlamos a partida muito bem, e mostramos que, diante de qualquer dificuldade, faremos o que temos que fazer e buscaremos a vitória. Estou feliz pelo trabalho coletivo da equipe e mostramos que trabalhamos bem e temos um grupo muito forte.
O bom entrosamento entre o meia e o atacante, que gerou diversas chances de gol, mostrou que Hernandez talvez tenha que continuar na reserva. Nas duas vezes que teve chances de ampliar o marcador, aberto por Peralta aos 16 minutos do segundo tempo, Chicharito esbarrou na falta de pontaria, com uma cabeçada e uma conclusão da linha da pequena área para fora. A aposta do técnico Miguel Herrera na dupla "Giovani-Peralta" se mostrou acertada pela química apresentada pelos dois em campo, superando o vigor físico e a marcação dura dos africanos. Para o próximo jogo, contra o Brasil, Giovani - que é filho de pai brasileiro e mãe mexicana - garante que sua metade verde e amarela ficará guardada no passaporte.
- Ganhar um jogo de Copa do Mundo é especial, e mostrando a alegria que mostramos aqui é ainda melhor. Agradeço a confiança do treinador e dos companheiros no jogo. Tenho amigos e parentes brasileiros, mas vou jogar pelo México e quero ganhar.
O mau tempo e a chuva que castigaram Natal na última sexta-feira foi um bom teste não só para o gramado da Arena das Dunas, mas também para a velocidade dos mexicanos, que tiveram que lidar com um gramado molhado, que fazia a bola correr ainda mais. Para Giovani dos Santos, as condições da partida foram, ao contrário do que se podia imaginar, favoráveis ao México.
- Estávamos prontos para jogar na chuva ou em qualquer outra condição. O gramado de Natal estava molhado, mais rápido, e isso nos favoreceu. Foi bom ter chovido - finalizou o meia.
- Ganhar um jogo de Copa do Mundo é especial, e mostrando a alegria que mostramos aqui é ainda melhor. Agradeço a confiança do treinador e dos companheiros no jogo. Tenho amigos e parentes brasileiros, mas vou jogar pelo México e quero ganhar.
O mau tempo e a chuva que castigaram Natal na última sexta-feira foi um bom teste não só para o gramado da Arena das Dunas, mas também para a velocidade dos mexicanos, que tiveram que lidar com um gramado molhado, que fazia a bola correr ainda mais. Para Giovani dos Santos, as condições da partida foram, ao contrário do que se podia imaginar, favoráveis ao México.
- Estávamos prontos para jogar na chuva ou em qualquer outra condição. O gramado de Natal estava molhado, mais rápido, e isso nos favoreceu. Foi bom ter chovido - finalizou o meia.
Na segunda rodada do grupo A o México enfrentará o Brasil na próxima terça-feira, às 16h, no Castelão, em Fortaleza.
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